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Apesar de reunião entre candidatos, data e formato da eleição do Vasco devem ser decididos na Justiç

  • Foto do escritor: LPVRJ
    LPVRJ
  • 5 de nov. de 2020
  • 2 min de leitura

O Vasco atravessa mais um processo eleitoral conturbado. Hoje, está prevista uma reunião entre os cinco candidatos à presidência e Faues Mussa, presidente da Assembleia Geral, responsável pela eleição, na tentativa de colocarem fim ao impasse. Mas é bem possível que a data e o formato do pleito que escolherá o próximo mandatário do clube sejam definidos não em um acordo entre as partes, mas pelas decisões do Tribunal de Justiça. Mussa se escora numa decisão judicial que lhe permite realizar a eleição no dia 14, com o voto sendo integralmente on-line. Isso obriga o presidente Alexandre Campello, que tenta a reeleição, a contratar uma empresa — a Eleja Online, já escolhida por Mussa —, para realizar a Assembleia Geral Ordinária (AGO). Entretanto, o presidente já entrou na Justiça para recorrer da decisão. O mesmo vale para o candidato Luiz Roberto Leve Siano, da chapa "Somamos". Campello é contrário à eleição totalmente on-line. Ele defende que o pleito ocorra de forma híbrida, com o sócio vascaíno podendo escolher entre o voto presencial, em São Januário, e o remoto. Na última terça-feira, ele e outros três candidatos — Jorge Salgado, Luiz Roberto Leven Siano e Sérgio Frias —se manifestaram a favor do voto híbrido . Apenas Julio Brant, da "Sempre Vasco", é defensor do voto apenas pela internet. Quem defende o voto híbrido alega que há segurança sanitária para a realização do voto presencial em tempos de pandemia da Covid-19, uma vez que medidas de higiene e distanciamento social seriam tomadas. Além disso, alegam que o estatuto do Vasco determina que a votação na AGO seja presencial. Segunda discórdia A "Sempre Vasco", por sua vez, contra-argumenta que uma eleição híbrida levaria meses para que fosse realizada dentro dos parâmetros de lisura necessários, e que ela, nesse formato, serviria apenas para ampliar o tempo de mandato de Alexandre Campello. Além disso, o grupo defende que a opção de Faues Mussa, presidente da Assembleia Geral e estatutariamente responsável pela organização do pleito, seja respeitada. Mussa é aliado de longa data da "Sempre Vasco". Essa é a segunda vez que Faues Mussa realiza uma Assembleia Geral contrariando outras correntes políticas do clube. A Assembleia Geral Extraordinária realizada no fim de agosto, que implementou a votação direta para presidente do clube, também gerou críticas. Coube a Faues Mussa o pagamento da Eleja Online para que a votação acontecesse remotamente. Resta saber, caso ele consiga respaldo jurídico e Campello não efetuar o pagamento, se Mussa novamente irá custear os gastos com a eleição. O próximo presidente do Vasco deverá tomar posse em janeiro, assim como os novos 150 membros eleitos do Conselho Deliberativo, e administrar o clube de São Januário até 2023. Fonte: O Globo Online






 
 
 

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